Mosaicista equatoriano se declara à cidade que o acolheu: “Amo Curitiba”

Imagem mostra o mosaicista Javier Guerrero
Mosaicista Javier Guerrero (Foto: Divulgação)

O mosaicista Javier Guerrero deixou o Equador para viver no Brasil. A convite de um amigo acabou indo para Curitiba e desde o primeiro momento se apaixonou pelo Paraná.

Vivendo há 30 anos no Brasil, ele se sente como um verdadeiro paranaense que entende a essência dos curitibanos captada através de sua arte.

“Minha vinda ao Brasil foi num momento em que não dava mais para ficar no meu país. Saí por questões políticas. Conheci o poeta Júlio Almada e ele me disse que se um dia precisasse de algum lugar para ficar, seria a sua casa em Curitiba”, contou Javier Guerrero em entrevista ao Portal Estado do Paraná.

Recentemente o mosaicista passou a integrar a OCBAL (Organização Cultural Brasil América Latina), entidade que apoio artistas na divulgação de seu trabalho e auxilia na realização de intercâmbio com outros artistas.

Segundo ele, mudar de país não significa deixar de ter problemas, mas as novas oportunidades fazem toda a diferença. “Sempre há dificuldades próprias de qualquer trabalhador, portanto comigo não é diferente, mas eu amo Curitiba”, se declara o mosaicista e artista plástico.



Mosaicista quer retomar série “Curitiba, outros olhares”

O artista equatoriano trabalha com mosaico há 20 anos, mas de 15 anos para cá resolveu se dedicar exclusivamente à essa arte.

De acordo com ele, viver da arte, do mosaico, sempre foi difícil em todos os cantos do mundo. “Ministro cursos, ajuda. Justamente agora vou ministrar uma oficina de mandalas em mosaico na Casa da Resistência o dia 1º de fevereiro”, conta o artista.

Além de atuar como mosaicista, Javier Guerrero também tem outros projetos para 2020.

“Pretendo publicar o livro Poetas de América, que é uma parceria com Pedro Carrano e a minha companheira Fátima Caballero. São 42 retratos de poetas de América feitos 10 anos atrás com 3 poemas de cada um e textos biográficos do Pedro, com tradução pro espanhol da Fátima. Além disso, quero retomar a série Curitiba, outros olhares, que comecei 11 anos atrás com o Carrinheiro”, finaliza o mosaicista Javier Guerrero.

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